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Há muito para dizer acerca de mim...poderia descrever-me, mas não me apetece...quem sabe um dia!!!

sábado, 28 de junho de 2014

Santuário de Fátima

«Em Fátima, o acontecimento sobrenatural que dá origem ao Santuário, é constituído pelas aparições de Nossa Senhora a três crianças, Lúcia de Jesus Santos e seus primos, Francisco Marto e Jacinta Marto, entre 13 de Maio e 13 de Outubro de 1917. A credibilidade eclesial das aparições de Fátima foi declarada pelo Bispo de Leiria, em Carta Pastoral de 13 de Outubro de 1930: “Havemos por bem declarar, como dignas de crédito, as visões das crianças na Cova da Iria, freguesia de Fátima, desta diocese, nos dias 13 de Maio a Outubro de 1917 e permitir oficialmente o culto de Nossa Senhora de Fátima”.»

«Uma vez declarada a credibilidade eclesial das aparições,tornam-se oficiais os elementos que vão inspirar o desenvolvimento do Santuário de Fátima, que já era realidade significativa a à data dessa declaração, e defi nir a sua missão: 
• A mensagem salvífi ca comunicada por Nossa Senhora aos Pastorinhos, a “Mensagem de Fátima”, inspirará sempre a fi sionomia pastoral do Santuário;
• O desejo de Nossa Senhora de que se construísse uma capela no lugar das aparições;
• A grande afl uência de peregrinos, que se inicia ainda durante as aparições;
• A divulgação da “Mensagem”, a partir de Fátima, para o resto do mundo.»


«Nossa Senhora diz aos Pastorinhos “que queria que lhe fizessem uma Capela na Cova da Iria”. Vê-se ser intenção de Nossa Senhora que a memória viva da sua mensagem, ficasse ligada a um templo, ponto de convergência dos peregrinos e foco de irradiação dessa mensagem. Esta “Capela” torna-se, assim, a actualização da mensagem de Nossa Senhora.»


«O desejo de Nossa Senhora foi rapidamente cumprido, o que mostra a seriedade da aceitação do conteúdo das aparições. De facto, entre Abril e Junho de 1919 foi construída a primeira "Capelinha".
Esta primeira Capelinha foi alvo de um atentado destruidor, na noite de 6 para 7 de Março de 1922.
Apesar das reticências do Bispo de Leiria, que temia novos ataques, a “Capelinha” foi reconstruída entre 13 de Dezembro de 1922 e 13 de Janeiro de 1923. A última remodelação de fundo da “Capelinha das Aparições” obedeceu a uma remodelação geral dos espaços do Santuário, teve início em 1981 e foram inaugurados por João Paulo II, na sua primeira visita ao Santuário de Fátima, a 13 de Maio de 1982, primeiro aniversário do atentado de que foi vítima, na Praça de São Pedro, a 13 de Maio de 1981.»

«A “Capelinha das Aparições” continua a ser o maior sinal evocativo das aparições. Aí se venera a imagem de Nossa Senhora, para aí peregrinam todos os que rumam a Fátima. Mas a afluência de peregrinos exigia a construção de um templo mais amplo. A bênção da primeira pedra desse novo templo, hoje conhecido por “Basílica”, teve lugar a 13 de Maio de 1928, mas a Igreja só viria a ser sagrada a 7 de Outubro de 1953, pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira. Sua Santidade o Papa Pio XII, pelo Breve “Luce Superna”, de 12 de Novembro de 1954, conferiu-lhe o título de “basílica menor”.»

«...decidiu-se, por ocasião do 75º Aniversário das Aparições, construir uma Igreja, com 9.000 lugares sentados, dedicada à Santíssima Trindade, que se 
espera poder inaugurar em 2007, 90º aniversário das aparições.»
A construção da Igreja da Santíssima Trindade tem sido alvo de contestação e mesmo de tentativas de desvirtuar a sua natureza e finalidade. Mas ela situa-se na linha progressiva de desenvolvimento, no Santuário, das estruturas de acolhimento aos peregrinos. Por que a Santíssima Trindade é o mistério para onde converge toda a revelação das Aparições, uma Igreja que lhe é dedicada é a cúpula de uma estrutura física que tem na adoração a sua última razão de ser.»

«E porque a sua principal função é acolher os peregrinos, o Santuário nunca parou de crescer, de se transformar e adaptar às progressivas exigências do acolhimento. À distância podemos verifi car que o de senvolvimento físico e organizativo do Santuário foi uma resposta às principais exigências desse acolhimento.»
«Já em 1921 se decide adquirir os terrenos da “Cova da Iria”, para garantir o ambiente de  recolhimento. Em 1923 constrói-se uma residência para o Capelão.»

 «Logo no início do desenvolvimento físico do Santuário, uma estátua do Sagrado Coração de Jesus adquiriu centralidade em relação à “Capelinha” e à futura Basílica do Rosário. Esta estátua manteve-se, resistindo às sucessivas transformações do recinto do Santuário. Em 1927 é inaugurada, pelo Bispo de Leiria, uma Via-Sacra na estrada entre o Reguengo do Fetal e a Cova da Iria, últimos quinze quilómetros de um dos percursos dos peregrinos, ligando, assim, a meditação da Paixão do Senhor à própria peregrinação. Uma outra Via-Sacra é colocada nas colunatas da Basílica. E nos Valinhos, um dos lugares de referência da história das aparições, é construída entre 1959 e 1964 uma Via-Sacra, que termina no chamado “Calvário Húngaro”. Este pormenor sugere a relação entre a Paixão de Cristo e a “paixão da Igreja”, expressa no sofrimento real de Igrejas concretas.»


«Um outro sinal desta centralidade da Paixão de Cristo foi a “Cruz Alta”, que se erguia no extremo sul do recinto do Santuário, construída em 1951, e que colocava a Cruz a presidir a tudo o que acontecia no Santuário. Foi retirada apenas porque nesse lugar esta a ser construída a nova Basílica. (A visível nestas fotografias).»


Fonte: santuario-fatima

Abril de 2010

domingo, 13 de outubro de 2013

Oliveira do Hospital

"Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro."


Igreja matriz de Oliveira do Hospital.

Casa museu. 

"Encostada à barroca igreja matriz de Oliveira do Hospital, a capela dos Ferreiros é um dos mais importantes espaços funerários góticos nacionais, pela relevância das obras que encerra, mas também por ser das poucas capelas sepulcrais baixo-medievais de iniciativa privada que se conservou até aos nossos dias."



Abril de 2010

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Piódão- Aldeia Histórica de Portugal

"A Aldeia de Piódão é considerada uma das mais bonitas do País, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“.
Situada no Centro do País, pertencente ao concelho de Arganil, na encosta da bonita Serra do Açor.
As suas típicas casas de xisto e lousa, com janelas em madeira de azul pintadas, descem graciosamente a encosta da serra, formando um anfiteatro nesta íngreme serra, sendo por muitos apelidada de “aldeia presépio”."


"Piódão é uma aldeia serrana, de feição rural, e acessos difíceis, um excelente exemplo de como o ser humano se adaptou ao longo dos séculos aos mais inóspitos locais.
A natureza envolvente está quase que em estado puro, observando-se pela região diversas espécies de fauna e flora típicas do local."

À esquerda localiza-se a  Igreja Matriz do século XVII.
À esquerda o Núcleo Museológico do Piódão, onde estão expostos os costumes, as tradições e modo de vida destas antigas paragens.
Capela de S. Pedro.
 Telhados feitos em xisto, são de uma ou duas águas




Praia Fluvial do Piódão.










Fonte: terrasdeportugal
Abril 2010

Coja

"...o topónimo Coja terá origem romana, significando “cidade do Pretor”, magistrado romano, certamente seu proprietário ou senhor. Tendo por princípio que Coja era realmente a terra do Pretor, seria então de enorme importância, como que a capital da região. Talvez por isso, o cargo de pretor manteve-se durante o domínio árabe, tomando o nome de Copje, o qual originou Coja."

"Coja, considerada a “ Princesa do Alva”, é uma freguesia do concelho de Arganil, de cuja sede dista cerca de 12 quilómetros. Coimbra, sua sede distrito, situa-se a, aproximadamente, sessenta e sete quilómetros de distância, os mesmos que a separam de Viseu."

Fonte: Coja

                                                                                                                                        Abril 2010

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sabugal- Aldeia Histórica de Portugal

"O Concelho do Sabugal integra-se na ampla unidade geográfica do Alto Côa, correspondente às terras irrigadas pelas linhas de água afluentes do curso superior deste rio."

"A região do vale superior do rio Côa concedeu óptimas condições à ocupação humana no território ao longo dos tempos."

"A presença romana é conhecida por múltiplos sítios espalhados pelo território, mas é sobretudo forte a quantidade de epígrafes conhecidas (inscrições em baixo relevo talhadas na pedra), expostas no museu, que demonstram a potencialidade da romanização da região e a aculturação das populações indígenas locais. Também ficaram alguns vestígios com que poderá contactar de calçadas, pontes e miliários que assinalam a passagem das vias mais importantes pelo Alto Côa."

"Já no período da reconquista Cristã e na época de formação da nacionalidade,a estruturação deste território cedo se fez por intermédio da criação de unidades administrativas concelhias sediadas em Alfaiates, Sabugal, Sortelha, Vila do Touro e Vilar Maior. Nestas localidades congregaram-se os poderes políticos, judiciais, militares e económicos, ostentados em diversos imóveis que poderá observar ou visitar." (Rota dos 5 Castelos)


Fonte: cm-sabugal

Março de 2010

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sortelha- Aldeia Histórica da Guarda

Sortelha dista 14 km do Sabugal.
Localiza-se a 760 metros de altitude. Uma visita a Sortelha faz-nos regressar no tempo e parar na história. Para mim uma das mais belas aldeias de Portugal, protegida nas muralhas do seu Castelo.
As casas tradicionais, foram cuidadosamente recuperadas e permitem ao visitante percorrer as suas ruas sinuosas e aventurar-se, pelas muralhas do Castelo.
 A Porta da Vila, conhecida como a entrada na aldeia.
Esta aldeia é essencialmente construída em granito!
Esta povoação tem todo o pavimento em pedra e é rodeada de uma muralha medieval.


O eixo principal é a Rua da Fonte, que começa no largo do Curro (onde se faziam touradas a vara). Continuando depois pela rua Direita, une a Porta Nascente ou Porta do Sol à Porta Poente, virada para a Serra da Estrela e por onde segue a calçada medieval.




 O pelourinho com esfera armilar!
 O Castelo de Sortelha é monumento Nacional.

















Março 2010